Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 3

Fonte/Source: The Perverse Sexual Habits of the Prophet


"Isto é proveniente de seus próprios livros, 
Ó Muçulmanos!"


Um relato do Padre Zakaria Botros

Por Raymond Ibrahim

Jihad Watch

Saímos da Parte 2 com o padre Copta lendo um hadith, afirmando que o profeta do Islã “admirou” uma menina de 2-3 anos (dizendo que esperava viver o tempo suficiente para torná-la sua esposa), e “deitado” num túmulo com uma mulher morta.

Neste novo episódio, ele iniciou com a tendência “travesti” do profeta. Leu hadiths, incluindo Sahih Bukhari — Padre Botros afirma que não existem menos de 32 referências diferentes a este fenômeno nos livros do Islã — em que Muhammad muitas vezes se deitou vestido com roupas femininas, especificamente de sua noiva-criança Aisha.

Padre Botros: “Será que os Muçulmanos pensam que ele só se vestiu com as roupas da Aisha? Já que ela era a “favorita”, será que depois de estar intimamente com ela, simplesmente deitava na cama com suas roupas?“ (Aqui o Padre levou suas mãos ao rosto lamentando que tivesse que falar de coisas tão vergonhosas.)

Então ele ofereceu um hadith interessante e revelador, de Sahih Bukhari (2/911), que relata Muhammad dizendo, “Revelações, [i.e., o Alcorão] nunca venha a mim quando eu estiver vestido com roupas femininas — exceto quando estiver vestido com a roupas da Aisha”, implicando que era um hábito do profeta se vestir com roupas femininas.

Padre Botros prosseguiu com alguns comentários de Tafsir de al-Qurtubi — uma exegese autorizada no Islã. Leu um episódio onde Aisha disse que, um dia, enquanto Muhammad estava deitado nu na cama, Zaid chegou batendo; Muhammad, sem se vestir, abriu a porta e “o abraçou e beijou” — completamente nu. Em outro lugar, Qurtubi conclui que “o profeta — orações e bênçãos sobre ele — estava constantemente preocupado com mulheres.”

Padre Botros aos Muçulmanos: “Então esse é o seu profeta — o homem mais moralmente correto? Em vez de se preocupar com, por exemplo, orações ou boas ações, ele estava preocupado com mulheres?”

Em seguida, leu de Faid al-Qabir (3/371), onde Muhammad é citado dizendo: “Meus maiores amores são as mulheres e perfume: a fome é saciada depois de comer, mas nunca me satisfaço com mulheres”. Outro hadith: “Eu posso conter-me com comida e bebida — mas não com mulheres”. Após a leitura desses hadiths, o padre Botros apenas olhava a telão em silêncio, balançando a cabeça.

Em seguida, leu uma narrativa interessante (contida em Umdat al-Qari e Faid al-Qabir). Dizem que, Alá enviou Gabriel com um tipo de alimento celestial (chamado al-kofid) para Muhammad, o ordenando a “Comer!” — da mesma forma quando Gabriel chegou a Muhammad dizendo “Leia!” (i.e., iqra, a palavra para Alcorão). A narrativa continua citando Muhammad dizendo que a comida que lhe foi dada “me deu a potência sexual de 40 homens celestiais”. Padre Botros, em seguida, leu a Suna de al-Tirmidhi, que diz que o “homem celestial” tem a potência sexual de 100 homens mortais.

Perguntei ao padre: “Então, calculando 40×100 podemos concluir que Muhammad/Maomé, quando comeu seu afrodisíaco celestial, teve a potência sexual de 4.000 homens? É mesmo? Ô! Umma (nação Muçulmana), é essa a reivindicação da fama do seu profeta — que ele era um maníaco delirante?” Em seguida, e um pouco menos sério disse: “Imagine a surpresa quando os Ocidentais descobrirem que, mais uma vez, foi Muhammad quem primeiro descobriu o Viagra!”

Zakaria Botros passou a ler outras fontes, como a Suna al-Nisa’i, em que Muhammad costumava, numa única noite, “visitar” todas as suas mulheres sem se lavar entre uma e outra. Perguntou o padre: “Por que registram até mesmo as coisas mais obscenas e embaraçosas?”

Talvez o mais divertido, quando o padre Botros passou algum tempo analisando um episódio registrado em Al-Bidaya We Al-Nihaya de Ibn Kathir. Eis aqui uma tradução para essa longa narrativa:

Depois de conquistar os Judeus de Khaybar e saquear seus pertences, entre outras coisas, um jumento caiu no lote do profeta, que prosseguiu perguntando ao jumento: “Como você se chama?”

O jumento respondeu: “Yazid Ibn Shihab. Alá trouxe de meus ancestrais 60 jumentos, nenhum dos quais foi conduzido exceto por profetas. Nenhum dos descendentes do meu avô permanece vivo, somente eu, e nenhum dos profetas permanece vivo, mas você e eu esperamos que você me cavalgue. Antes de você, pertenci a um Judeu, a quem causei tropeços e quedas frequentes, e por isso ele costumava chutar o meu estômago e bater nas minhas costas.”

Aqui, rindo por entre os dentes, o padre acrescentou: “um burro praticante de taqiyya! (trad. dissimulação ou mentira). Continuando com a leitura: “O profeta — que as orações de Alá e a paz estejam com ele — disse-lhe: ‘vou te chamar de Ya’foor. Oh! Ya’foor!’ Ya’foor respondeu, ‘Eu obedeço.’ O profeta perguntou: ‘Você cobiça as fêmeas?’ O jumento respondeu, ‘Não!'”

O padre gritou: “Até mesmo o jumento corou de vergonha com as perguntas excessivamente sexuais do seu profeta! Aqui temos o que é suposto ser um milagre — um jumento falante; entretanto, de todas as coisas para se comunicar com este animal, a pergunta mais urgente do seu profeta foi se o jumento desejava as fêmeas?

Em seguida, lendo Sahih Bukhari (5/2012), padre Botros narrou um episódio em que Muhammad entrou na casa de uma jovem chamada Umaima bint Nua’m e ordenou “Entregue-se a mim!” A mulher respondeu: “Deverá uma rainha se entregar à ralé?” Sacudindo o punho, Muhammad a ameaçou e depois a enviou para os seus pais.

Padre Zakaria Botros: “Veja bem, pessoal, mesmo naquela época, ainda havia pessoas que possuíam princípios, que não deram lugar a ameaças e coerções. No entanto, a verdadeira questão aqui é, por que Muhammad estava em contradição com os mandamentos de seu próprio Alcorão — “se uma mulher fiel se entregar para o profeta” (33:50) — tentando coagir essa jovem mulher?

Finalmente, com o olhar mais desagradável possível o padre leu um hadith de al-Siyuti (6/395), onde Muhammad afirma que “no céu, Maria mãe de Jesus, será uma das minhas esposas.”

“Por favor, ô! Profeta”, disse o padre Copta Ortodoxo, “não envolve os nossos santos em suas práticas imundas…”


Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 4


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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