Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 5

Fonte/Source: The Perverse Sexual Habits of the Prophet

Photo Cover Credit: Michael Gordon – Bathing Beauties


"Isto é proveniente de seus próprios livros, 
Ó Muçulmanos!"

Um relato do Padre Zakaria Botros

Por Raymond Ibrahim

Jihad Watch

Finalizamos o episódio anterior com o Padre Copta comentando a predileção de Muhammad por mulheres menstruadas — apesar de que o próprio Alcorão (como colocou Padre Botros, “suas próprias palavras“) proibiu que os homens se aproximem de mulheres menstruadas.

Aqui, nesta última parte, o sacerdote examina a infidelidade de Muhammad com relação às suas esposas (embora alguém possa pensar que o plural torna a noção de fidelidade discutível), seu comportamento sexual explorador e sua dependência da linguagem bastante obscena.

Primeiro, o Padre Botros passou algum tempo discutindo a conhecida história em que o profeta havia traído sua esposa Hafsa com uma escrava-menina (Infelizmente, não se pode capturar a hilaridade com que o padre relatou este conto).

Em suma, depois de enviar Hafsa para visitar seu pai, ela, a meio caminho, percebeu que era “seu dia” — isto é, o dia em que, de todas as suas esposas, Muhammad a visitaria para ter “relações conjugais”. Ela retornou correndo (Padre Botros acrescentou: “Ela o conhecia bem: se ela não estivesse lá, no seu dia, ele ficaria louco e pegaria a primeira mulher que passasse!”).

De fato, Hafsa pegou Muhammad com uma escrava-menina em sua própria cama. Muhammad rapidamente expulsou a escrava e disse a Hafsa que mantivesse isso entre eles, e que doravante, dispensaria a escrava.

Em vão: Hafsa falou demais e logo todas as esposas de Muhammad revoltaram-se contra o seu incessante flerte; como disse o Padre Botros: “Quando as coisas se tornaram críticas, Muhammad soltou uma “nova revelação” sobre elas; então lançou a sura al-tahrim (66:1-11), onde Alá supostamente castiga Muhammad por tentar agradar suas esposas não dormindo por aí, ameaçando as esposas para que entrem na linha, a fim de que o profeta não se divorcie delas — de fato, caso contrário irão pro inferno.”

Em seguida, olhando para a telão, o Padre Botros perguntou: “Imagine, prezada senhora, se o seu marido lhe pedisse para sair com uma incumbência, e de repente você retorna e encontra o seu marido na cama com outra mulher. Que tipo de homem ele pareceria aos seus olhos? Mesmo assim, ainda consegue ser pior: é o seu profeta, a quem todos vocês exaltam como o ser humano mais perfeito, para ser emulado servilmente!”

Ele então indicou que “a inteligente menina Aisha conheceu [Muhammad] bem”: sempre que tais versículos eram revelados, salvando Muhammad, Aisha com frequência observava que “Na verdade, seu senhor [Alá] rapidamente satisfaz seus caprichos e desejos” (e.g., al-Siyuti v.6, p.629).

Em seguida, o padre narrou um episódio retratando como o profeta explorava sexualmente uma mulher “retardada”. De acordo com 23 fontes (por exemplo, Sahih Muslim vol.4, p.1812), uma retardada chegou até Muhammad dizendo: “Ó profeta de Alá! Eu tenho algo para você.” Ele clandestinamente se encontrou com ela e dela tirou esse “algo”.

Padre Botros ainda adicionou: “Temo agora que muitos fiéis irão querer implementar essa suna — não façam isso, rapazes, isso é apenas para ilustrar…”. Muçulmanos, ouçam bem: não me odeiem por revelar tudo isso a vocês; não fiquem à espreita para me matar. Estou apenas revelando o que os seus próprios livros contêm . Como sempre, esperamos humildemente os grandes sheiks e ulemás, para resolver essas questões e nos mostrar onde erramos.”

Em seguida, o Padre Botros discutiu o tipo de língua abominável que Muhammad — o “maior exemplo” — empregava: “Desculpa, sinto muito por revelar a você o tipo de linguagem desprezível que Muhammad usava, também tenho vergonha de mencionar. Na verdade, seu profeta disse que uma das palavras mais obscenas em Árabes — o equivalente a palavra “f-word” (sic) (em Inglês; o mesmo que “fuck” ) [trad. foda, porra! etc.) [neste ponto ele aconselhou aos espectadores Árabes a pesquisar a palavra no Google para entender o que ele está falando].”

Recusando-se a pronunciar ou soletrar essa palavra, que o padre afirma constar em 67 livros, incluindo Sahih Bukhari, o texto contendo essa palavra, “inkat-ha” (em Árabe) — ou, no contexto, Muhammad perguntando a um homem a respeito de uma mulher, se ele “f***** her” (sic) [trad. fodeu ela)— foi exposto na telão para que todos vissem.

Em seguida, “Rápido! tira essa imundície daí! O que vocês, Muçulmanos, fariam se o Sheik de al Azhar (principal instituição do Islã Sunita, Egito) andasse por aí usando essa linguagem? Pior — é o seu profeta, a “maior criação”.

O co-apresentador ex-Muçulmano perguntou se Muhammad usava alguma outra língua imunda, e o padre respondeu: “Rapaz, ele sempre usou; infelizmente este programa é muito curto para listar todas”.

De acordo com Qaid al-Qadir (v.1, p.381), Muhammad disse aos Muçulmanos para reprimir os infiéis insolentes dizendo coisas como — mais uma vez, ele não pronunciou, mas o texto apareceu na telão — “Vá morder o clitóris da sua mãe” ou, de acordo com Zad al-Mi’ad (v.3, p305), “Vá morder o pênis do seu pai!”

E assim, mais uma vez, balançando a cabeça demonstrando total decepção: “Ôh! Profeta de Alá… Profeta de Alá… Gostaria que você tivesse ouvido o conselho do seu senhor Jesus:

“O homem bom, 
do bom tesouro do seu coração tira o bem; 
e o homem mau, 
do seu mau tesouro tira o mal; 
pois do que há em abundância no coração, 
disso fala a boca.” 
Lucas 6:45.

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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2 comentários em “Os Hábitos Sexuais Perversos do Profeta – Parte 5”

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