MODUS OPERANDI DE ESTUPRO JIHADISTA

Fonte/Source: Modus Operandi of a Rape Jihadist: A Police Filing


MODUS OPERANDI DE ESTUPRO JIHADISTA: ARQUIVO POLICIAL

Por IndiaFacts Staff @indiafactsorg

8 de Novembro de 2017

Estou publicando este artigo com permissão do site IndiaFacts, baseado na Índia.

Há alguns anos venho traduzindo artigos importantíssimos deles e mantendo contato direto com o editor. O trabalho deles é impecável e o tremendo esforço que estão fazendo para restaurar a verdadeira Índia é inacreditável. Os autores são brilhantes e é uma avalanche de histórias inesquecíveis.

Este artigo em especial, diferente dos textos complexos que produzem, tem um significado muito forte, o estupro jihadista, uma epidemia na Índia.

O Pat Condell no vídeo A Europa está se matando, menciona o seguinte: “Recebo e-mails da ìndia dizendo que eles tiveram que lidar com esse problema durante centenas de anos, e que nós não fazemos a menor ideia do problema em que estamos nos metendo se permitirmos que esse problema cresça.

Criminosos existem em todas as comunidades, e não estamos de maneira alguma sugerindo que estupradores pertençam apenas a uma comunidade. Contudo, abdução e violação para fins de conversão religiosa é o que distingue o estupro jihadista.

Nota : Para compreender este artigo é preciso ter em mente as expressões a seguir. Se por ventura alguém tiver alguma solução melhor para esta tradução, por favor, seja bem-vindo.

1. Jihad — Guerra santa Muçulmana; luta armada contra os infiéis e inimigos do Islã. Existe uma outra definição no sentido de um esforço espiritual, de aperfeiçoamento do ser etc.
2. Love jihad — Jihad do Amor. Muçulmanos visando especificamente as meninas não-Muçulmanas para relacionamentos e sexo como parte de uma estratégia de conversão ao Islã. A Jihad do Amor pode ou não envolver coerção, mas envolve intenção e, uma vez consumado, pode ser seguido por um comportamento abusivo em relação à menina.
3. Estupro Jihadista — Óbvio, estupro cometido por um jihadista.
4. Importante: A ideia de guerra neste caso vem da percepção que se você não é Muçulmano, consequentemente você está contra o Islã, portanto em constante estado de guerra , de acordo com o próprio Alcorão. Trata-se aqui do Islã Político.


Histórias de exploração e a tão chamada love jihad frequentam o noticiário da Índia. A Suprema Corte tomou conhecimento do assunto e exigiu da NIA (Agencia Nacional de Investigação da Índia) uma investigação sobre conversão forçada e sistemática ao Islã. Criminosos existem em todas as comunidades, e não estamos de maneira alguma sugerindo que estupradores pertençam apenas a uma comunidade.
Contudo, abdução e violação para fins de conversão religiosa é o que distingue o estupro jihadista. Esse abuso sistemático por motivação religiosa vem sendo registrado do Egito ao Paquistão.

IndiaFacts foi abordada por uma fonte confiável que obteve uma cópia de um FIR (Boletim de Ocorrência Policial) relacionado a um caso de estupro jihadista através de seu advogado. Para remover qualquer oportunidade de identificação ou exposição da vítima, removemos nomes e informações pessoais e também todos os nomes de lugares entre outros detalhes. Também mudamos o nome do perpetrador, incluindo o nome dele assumido. Além disso, o FIR (Boletim de Ocorrência) está reproduzido integralmente como foi recebido.

Este FIR (B.O) é notável porque expõe o que acreditamos ser uma sequência bastante típica (um padrão) de estupro jihadista. A seguir:

1. A vítima atua como um amigo, oferecendo ajuda ou suporte. [Às vezes, uma amiga que colabora ou é vítima (anteriormente chantageada) pode ser usada na apresentação.]
2. Quando existe confiança, a vítima é convencida a ir a um lugar privado, geralmente um local da própria escola (uma sala vazia etc.) ou outro local onde temerão a punição dos pais.
3. O perpetrador estupra a vítima usando violência física ou alguma outra forte ameaça.
4. Fotos são tiradas para gerar vergonha na vítima.
5. A vítima é chantageada através das imagens, causando vergonha, levando a violações repetidas.
6. Em algum momento, é dito à vítima para se converter ao Islamismo. [Neste ponto, ameaças adicionais são usadas como jogar ácido no rosto, etc.]
7. Outros amigos ou membros da comunidade dos perpetradores são, por vezes, facilitadores da ação.
8. Na maioria das vezes, a vítima sucumbe. É mais raro que a vítima tenha coragem para revelar aos pais ou às autoridades.
Detalhes deste caso particular a seguir.

O texto a seguir é a reprodução ipsis litteris do FIR (Boletim de Ocorrência da Índia):

Para o SHO _______. Eu envio à autoridade que sou __________, DO Late ________ Delhi. Eu sou um estudante da série 12. Meu DOB é _______. Este ano, conheci um amigo através de uma amiga minha. Ele costumava nos encontrar pela escola e ele nos contou que o nome dele era Vijay. Nós nos tornamos amigos e começamos a falar por telefone. Certa noite, me pediu para encontrá-lo em __________. Fui vê-lo sob o pretexto de (eu disse a minha mãe que eu estava) indo ao mercado. Ele me levou para _____ Park para conversar. Lá ele me atacou sexualmente e, apesar do meu protesto e sem o meu consentimento, ele me estuprou. Ele cobriu minha boca com a mão. Ameaçou me matar se eu chorar. Desde que eu tinha mentido em casa sobre a nossa reunião, eu não poderia contar a ninguém sobre esse incidente. Parei de falar com ele depois desse incidente, mas ele continuou me ligando. Ele também continuava pairando em minha escola. Pediu perdão por suas ações e disse que iria se suicidar se eu não o perdoasse. Comecei a falar com ele novamente. Uma vez, encontrei com ele na frente da escola e me pediu para sair com ele na ocasião do seu aniversário. Ele me levou para _________ onde me estuprou contra o meu desejo. Gritei por ajuda, mas ninguém apareceu, parecia não haver ninguém naquele andar. Lá, ele me disse que seu verdadeiro nome era Farooq e que era Muçulmano. Ele mora em ___________. Ele ameaçou cortar minha garganta com uma faca e tirou várias fotos de mim nua frente à câmera do celular. Eu estava com muito medo de suas ameaças. Por ter fugido da escola, eu não poderia contar a ninguém sobre isso. Após esse incidente, ele começou a fazer ameaças e me explorar. Ele me deu um telefone celular que mantinha escondido dos outros. Ele me ameaçava e pedia para ficar em contato com ele neste celular. Ele trocava o aparelho e o cartão SIM com frequência. Ele continuou me ameaçando e chantageando. Ele me levava ao mesmo hotel e me estuprava várias vezes. Ele nunca fez nenhuma inscrição no registro do hotel, pois o recepcionista do hotel era seu amigo. Ele costumava informar ao recepcionista do hotel da nossa chegada com antecedência por telefone. Ele também extorquiu dinheiro de mim que eu retirei do caixa eletrônico da minha mãe e tirei da bolsa da minha mãe. Farooq me pediu para se converter ao Islã e, quando recusei, ele ameaçou jogar ácido no meu rosto e colocar minhas fotos na Internet. Eu estava ficando doente com essa minha vida e um dia eu falei tudo para minha mãe. Farooq costumava chamar-me de números ________ e _________. Entre os números que ele me deu, eu poderia lembrar apenas _________ e ________. Farooq Khan, S / O K. _____________, residente de _________ me ameaçou e estuprou várias vezes sem o meu consentimento. Ele também me chantageou com minhas fotos nuas que ele fotografou. Solicito que as ações legais sejam tomadas contra o Farooq e que ele seja levado à justiça. ___________ (mãe) fazem para registrar um caso U / S-4 e 6 da Lei de Proteção de Crianças contra Infracções Sexuais de 2012 e 384, 376, 34 IPC. Investigação confiada a ______.

(Imagem)/Featured Image: https://hannahmichaels.files.wordpress.com


Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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