A Estatística e o Kafir

Fonte/Source: Statistical Islam, Part 3 of 9 — Statistical Islam, Part 4 of 9 — POLITICAL ISLAM – Dr. Bill Warner, PhD


A Estatística e o Kafir

Por Dr. Bill Warner, PhD

Sobre o autor:

Dr. Bill Warner é um  proeminente expert e altamente respeitado por seu trabalho sobre o Islã Político. É Doutorado em Física e Matemática Aplicada pela North Carolina State University. Ocupou cargos como pesquisador, empresário e professor universitário.

O treinamento do Dr. Warner em teoria científica e matemática moldou a sua forma de analisar a doutrina Islâmica. Percebendo que os textos Islâmicos foram deliberadamente criados para serem difíceis de ler e compreender, começou a organizar a doutrina de uma maneira que seria facilmente entendida pela pessoa comum. Ao analisar os textos Islâmicos fundamentais, tornou-se claro que o Islã não foi construído com os mesmos princípios civilizacionais como o restante do mundo.
Métodos estatísticos simples revelaram que o dualismo e a submissão foram os princípios fundamentais da doutrina Islâmica.
Dr. Warner fundou o Centro para o Estudo do Islã Político (CSPI) para aprofundar o estudo do Islã político e suas ramificações em relação a civilização Ocidental.
Ele escreveu quinze livros que ensinam sobre o Islamismo político e tornam a doutrina Islâmica compreensível. Ele também desenvolveu o primeiro curso de autoestudo sobre o Islã Político.


Estatística Aplicada ao Islamismo 
Parte 3/9

Por Dr. Bill Warner, PhD

Publicado originalmente em 22 de Outubro de 2010

Análise 2: O Kafir

Há uma segunda divisão que supera o leitor do Alcorão histórico. A maioria dos textos diz respeito ao Kafir (incrédulo/infiel). Não se refere ao modo de ser Muçulmano, mas sobre o Kafir.

Nota: a maioria das traduções do Alcorão usam a palavra “incrédulo” em vez de Kafir, mas Kafir é a verdadeira palavra e de uso corrente em Árabe. Este termo é tão importante e tão desconhecido que o significado de Kafir precisa ser definido.

O significado original da palavra refere-se àquele que cobre ou esconde a verdade conhecida. Um Kafir sabe que o Alcorão é verdadeiro, mas o rejeita.

O Alcorão diz que o Kafir pode ser enganado, conspirado, odiado, escravizado, zombado, torturado e pior. A palavra é geralmente traduzida como “incrédulo”, mas essa tradução está errada. A palavra “incrédulo” é logicamente e emocionalmente neutra, enquanto Kafir é uma palavra mais abusiva, preconceituosa e detestável em qualquer idioma.

Há muitos nomes religiosos para Kafirs: politeístas, idólatras, Povo do Livro (Cristãos e Judeus), ateus, agnósticos e pagãos. Kafir engloba todos, porque não importa o nome religioso, todos podem ser tratados da mesma forma. O que Muhammad disse e fez aos politeístas pode ser feito com qualquer outra categoria de Kafir.

O Islã dedica uma grande quantidade de energia sobre o Kafir. Não só a maioria (64%) do Alcorão é dedicado ao Kafir, mas também quase toda a Sira (81%) lida com a luta de Muhammad/Maomé contra o Kafir. O Hadith (Tradições) dedica 32% do texto aos Kafirs.


Estatística Aplicada ao Islamismo 
Parte 4/9

Análise 3: O Islã Político

O Islã religioso é definido como uma doutrina preocupada com — ir ao Paraíso e evitar o Inferno — através do Alcorão e da Suna. A parte do Islã que trata do “profano”, ou seja, o Kafir, é definida como o Islã político. Uma vez que uma grande parte da Trilogia (Alcorão, Sira e Hadith) é sobre o Kafir, a conclusão estatística é que o Islã é principalmente um sistema político, e não um sistema religioso.

O sucesso de Muhammed /Maomé dependeu da política, e não da religião. A Sira, biografia de Muhammad, fornece uma contabilidade altamente detalhada de sua ascensão ao poder. Ele pregou a religião do Islã por 13 anos em Meca e conquistou 150 seguidores. Foi forçado a mudar-se para Medina e tornou-se político e guerreiro. Nos últimos 9 anos de sua vida, envolveu-se em um evento de violência a cada 6 semanas. Quando morreu, todo Árabe era Muçulmano. Muhammad foi bem-sucedido através da política, não da religião.

Pode-se concluir que havia 100.000 Muçulmanos quando Muhammad morreu. O uso desta informação permite desenhar um gráfico:

Existem dois processos de crescimento distintos: religião e política. Ensino e religião cresceram a uma taxa de cerca de 12 novos Muçulmanos por ano. A política e a jihad cresceram a uma taxa de 10.000 novos Muçulmanos por ano, um enorme crescimento. Este é um processo de melhoria de rendimento de mais de 800%. A política era quase mil vezes mais eficaz do que a religião.
Se Muhammad tivesse continuado com a pregação religiosa, poderíamos extrapolar que apenas 265 Muçulmanos teriam morrido, em vez dos 100 mil que resultaram de sua política e da jihad. Isso nos dá uma estimativa de 265 conversões devido à religião e 99.735 conversões devido ao processo político-jihadista. Podemos calcular as contribuições relativas da religião e da política no crescimento. O sucesso do Islamismo foi de 0,3% de religião e 99,7% de política na época da morte de Muhammed /Maomé, em 632 dC.
Essa importância política reflete no texto da Sira. Há muito mais páginas dedicadas a um ano de jihad do que dedicadas à pregação do Islã. É instrutivo ver a quantidade de textos da Sira dedicada a esses estágios de desenvolvimento.

A Sira dedica cerca de 5 vezes mais palavras à política do que à religião numa base anual. Concede à política 5 vezes mais cobertura por ser muito mais importante.

A natureza política do Islã também é encontrada no Hadith que dedica 37% de seu texto ao Kafir (Incrédulo/Infiel).

O Islamismo não existiria hoje em dia se fosse apenas uma religião. As estatísticas mostram que o sucesso do Islã se deve à política Islâmica, e não à religião. Dizer que o Islamismo é uma religião de paz  demonstra a incompreensão total do problema, já que a religião não é o núcleo do poder Islâmico. É a política que conta, e não religião.

Conclui-se que, estatisticamente, 
o Islamismo é principalmente uma ideologia política.

Tradução: Tião Cazeiro — Muhammad e os Sufis

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